O autal ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo Silva, assumirá o Ministério das Comunicações no governo Dilma Rousseff.Ele é paulistano e tem 58 anos. Um dos veteranos no Planalto, ganhou a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Antes de conquistar seu segundo ministério, atuou movimento sindical e consolidou a carreita política com cargos executivos e três mandatos como deputado federal pelo Paraná.Bernardo trabalhou como bancário em São Paulo, após ser aprovado em concurso do Banco do Brasil. Em 1982, foi transferido pelo banco para o Paraná. Filiou-se ao PT em 1985. Ex-sindicalista, foi três vezes eleito deputado federal pelo PT-PR. A primeira legislatura foi entre 1991 a 1995. No segundo mandato, exercido entre 1995 e 1999, foi vice-líder do PT e presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.Em 1999 assumiu o cargo de Secretário de Fazenda do Estado do Mato Grosso do Sul, convidado pelo então governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. Permaneceu no cargo até o fim de 2000. De volta ao Paraná, atuou como secretário de Fazenda de Londrina de janeiro de 2001 a março de 2002.Em 2002, foi eleito para seu terceiro mandato como deputado federal. Foi, novamente, vice-líder do PT e presidente da Comissão Mista de Planos Orçamentos Públicos e Fiscalização. Também atuou como relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2004 e do projeto das Parcerias Público-Privadas (PPP) na Câmara. Pediu licença da atividade parlamentar em março 2005 para assumir o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Em 2010, Bernardo decidiu não disputar um novo mandato de deputado federal após pedido do presidente Luiz Inácio Lula da SilvaSegundo interlocutores, foi escolhido por Dilma Rousseff para uma das pastas onde há necessidade de reformulações estratégicas. Seu perfil de político de posições firmes e capacidade de articulação foram levadas em conta para a indicação. “É um bom mediador. É uma das pessoas que eu conheço tem uma visão estratégica privilegiada. Tem uma visão muito apurada”, avalia a senadora eleita pelo Paraná Gleisi Hoffmann (PT), com quem é casado.No Planejamento, Bernardo enfrentou o desafio de promover o planejamento participativo e melhorar a gestão pública. Segundo Gleisi, duas marcas de sua participação no governo Lula são as contribuições na questão da macroeconomia, na tentativa de conter o gasto público, e na formulação do Plano Nacional de Banda Larga.
Nenhum comentário:
Postar um comentário